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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Reunião de 19 de Novembro

Na ultima sexta-feira, 19 de novembro de 2010, o grupo de conjuntura, promoveu a discussão sobre dívida, principalmente no foco de setor público. Teve-se uma apresentação da Professora Neide César Vargas e do Professor Helder Gomes.
A professora Neide abriu sua apresentação focada no papel da política fiscal. A professora também comentou sobre os atos do Estado na economia, sustentabilidade financeira da dívida pública e sobre o que afeta as dívidas no Brasil.
Terminou sua apresentação relatando sobre as relações das dívidas do Brasil (Externa e Interna) e sobre a dívida mobiliária que é o maior problema brasileiro.
O professor Helder focou sua apresentação no histórico da dívida brasileira, explicando porque teve-se necessidade da dívida e o seu perfil. Mostrou que a dívida ao longo do tempo teve seu perfil modificado e o avanço da dívida entre os governos.
Falou-se do nível de reserva para ter credibilidade ao mercado externo.
A discussão termina com o debate entre os professores Helder, Jorge e Neide, na tentativa de explicar sobre o risco país.
Não deixem de perder a próxima reunião que acontecerá na sexta-feira dia 26 de novembro na qual haverá uma discussão sobre a crise cambial e o mercado de câmbio.
Por Rafael Hiroshi

domingo, 7 de novembro de 2010

Reunião de 05 de novembro de 2010

O Grupo Conjuntura se reuniu nesta sexta-feira 05 de novembro para uma apresentação interna dos principais resultados observados no período abordado pelo boletim no 47, Junho a Agosto de 2010. Esses resultados foram apresentados por cada um dos 6 subgrupos: Inflação, Nível de Atividade, Empregos e Salários, Política Monetária, Política Fiscal e Setor Externo.
Um ponto interessante levantado foi a problemática do fechamento do Balanço de Pagamentos: se, por um lado, a entrada de capitais externos contrabalançam resultados negativos (predominantes nas ultimas 4 décadas) na conta de Transações Correntes em um dado período, por outro, nos períodos seguintes, esse mesmo volume de capital externo acaba pressionando negativamente o saldo em Transações Correntes, pelo impacto na subconta Serviços e Rendas, através de remessas de lucros ou dividendos, pagamento de juros ou amortizações.
Assim, nos períodos posteriores, torna-se necessário um maior esforço de atração de capitais externos, justamente para contrabalançar esse impacto negativo.
Esse assunto merece atenção, pois não só a taxa de juros real no Brasil é uma das maiores do mundo, como na ata da reunião de outubro do COPOM, estar registrado uma expectativa de aceleração da inflação. Ou seja, há uma expectativa de aumento da taxa de juros, portanto, de maior poder de atração de capitais estrangeiros.
Não deixe de nos acompanhar, olhando nossos posts, sobre esses e outros assuntos, e contribuindo à discussão aravés de seus comentários!
Por Vinicius Zorzanelli