quarta-feira, 4 de maio de 2011

Lucros e dividendos lideram remessas líquidas ao exterior

O texto deste bimestre do subgrupo de trabalho que analisa as contas externas brasileiras aborda uma tendência de inversão definitiva no perfil da Conta de Rendas do Balanço de Pagamentos.
Desde meados da década passada , os contínuos déficits provocados pelas remessas líquidas ao exterior passou a ser pressionado muito mais pelas transferências de lucros e dividendos do que pelo pagamento de juros ao exterior.
Esta parece ser uma tendência que só tende a se consolidar na atual conjuntura, o que motiva o subgrupo formado por Aline Faé Stocco, Edinara Oza Dias e Maria Eduarda Erlacher de Figueiredo a analisar seus principais fatores determinantes e consequências para a economia brasileira.
As apresentações parciais dos primeiros resultados da pesquisa criaram boas expectativas quanto ao texto final. Aguardem!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Seminário sobre migrações no Brasil

Realizado com sucesso, o seminário “Migrações internas no Brasil Recente: uma análise a partir dos microdados da PNAD” apresentou as tendências atuais de alteração na composição dos fluxos migratórios em nível nacional. A pesquisa foi elaborada pelo Prof. Dr. Maurício de Souza Sabadini e pela Prof.a Dra. Renata Couto Moreira, ambos do Departamento de Economia da UFES. Entre a riqueza de informações apresentadas, o seminário apontou a perda relativa da participação de regiões tradicionalmente responsáveis pelo acolhimento (SE) ou pela emigração (NE) de famílias brasileiras. Por outro lado, foi observado o crescimento da participação das regiões Norte e Centro-Oeste nesse movimento populacional.
A partir do debate com o público presente ficou evidente a necessidade de seguir a pesquisa num nível mais desagregado, incluindo a análise regionalizada sobre as migrações e suas causas no Estado do Espírito Santo, cujos municípios têm sido extremamente impactados pelos fluxos populacionais atraídos pela construção de grandes projetos industriais.
tabela 1

Grupo de Estudos e Pesquisa em Conjuntura altera forma de atuação em 2011

Nos primeiros encontros semanais do Grupo de Estudos e Pesquisa em Conjuntura neste semestre, ficaram definidas a forma de atuação e as primeiras tarefas deste ano. Vejam as principais definições:
– Manutenção das atividades plenárias do Grupo, toda sexta, às 11 horas, na sala 408 do ED-IV (UFES/CCJE). A proposta é tornar essas sessões semanais processos ainda mais dinâmicos para a apresentação de trabalhos, o debate e a formação discentes;
– Reorientar as atividades dos subgrupos de trabalho, a partir da seleção de temas debatidos a cada momento na sociedade e de reuniões mais frequentes, considerando a proposta de produção de textos temáticos bimestrais;
– Tornar o Boletim de Conjuntura impresso uma publicação anualizada (mês de setembro)
Temas que estão sendo preparados por cada subgrupo para este bimestre:
Subgrupo
Tema bimestral
Emprego e SaláriosAumento real de salários e do Salário Mínimo
InflaçãoCrítica às análises monetaristas sobre o crescimento da inflação nos últimos meses
Nível de AtividadeO papel das atividades da Construção no desempenho econômico brasileiro
Política FiscalA seleção de prioridades nos cortes orçamentários em 2011 e os gastos sociais do governo federal
Política MonetáriaArbitragem internacional e pressão sobre o endividamento público no período recente
Setor ExternoElementos explicativos para a elevação recente do volume de remessas líquidas ao exterior
Dia 13 de maio, sexta, teremos a apresentação desses trabalhos na sala 408 do ED-IV.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Seminário








Divulgação Seminário

quinta-feira, 3 de março de 2011

Copom eleva taxa Selic em 0,5 ponto percentual.

Na reunião de ontem, dia 2 de março, o Copom (comitê de política monetária) do Banco Central elevou a taxa básica de juros de 11,25% para 11,75. A decisão foi unânime.
Em comunicado, o comitê anunciou: “dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 11,75% ao ano, sem viés."
A decisão de elevação na taxa Selic já era esperada, já que nos últimos meses os índices de inflação deram sinais de que se elevariam acima da meta do governo.  Desde dezembro a autoridade monetária vem tomando medidas para restringir a expansão da oferta de crédito.
Quase que junto com a notícia de elevação da taxa Selic, foi divulgado na manhã de hoje pelo IBGE o crescimento do PIB (produto interno bruto) de 2010, que teve o melhor resultado em 24 anos, ficando em 7,5%.